Análise em
até 3 dias úteis
Saiba o procedimento
correto para a coleta de
amostras para análise
Login 
Senha 
Processo:

ENSAIOS
MÉTODOS
Água por Crepitação São José -I
Água por Destilação (%) ASTM D-95
Aparência São José - IV
Contagem de Partículas NAS-1638 ou ISO-4406
Densidade à 20º/40ºC ASTM D-1298
Fuligem São José - III
Odor São José -V
Ponto de Fulgor (coc) ºC ASTM D-92
Presença de (Cu, Si, Al, Fe, Pb, Cr, Ni) ppm São José - II
TAN (mgKOH/g) ASTM D-664
TBN (mgKOH/g) ASTM D-2896
Viscosidade Cinemática 40º / 100º C ASTM D-445



• VISCOSIDADE: É definida como a resistência que um fluido oferece ao escoamento.

O ensaio consiste em passar o óleo com temperatura pré estabelecida, ( 40 ºC e 100 ºC) através de um capilar calibrado com um fluido padrão de viscosidade conhecida e medir o tempo de escoamento. Repete-se o procedimento com o óleo a ser medido, extrai a razão entre o os dois tempos e multiplica pela viscosidade do fluido padrão.

A viscosidade pode ser expressa de duas formas, dinâmica ou cinemática, sendo a primeira envolve o peso específico do fluido e a segunda não.

No caso de óleos a viscosidade comumente expressa é a cinemática e a unidade mais usual é cm2/s, centistoke cujo símbolo é (cSt).


• ÁGUA POR DESTILAÇÃO: Este ensaio é feito para quantificar a água quando presente em óleos, sempre acompanhado do ensaio de água por crepitação.

Consiste em adicionar um solvente ao óleo e aquece-lo, sendo que este irá separar-se em forma de vapor arrastando a água, passando por um trocador de calor,na qual a água condensará em um recipiente graduado.

• ÁGUA POR CREPITAÇÃO: Em uma chapa aquecida a 200 ºC deposita-se algumas gotas de óleo,que irá simplesmente escorrer quando não houver presença de água ou crepitar quando houver, ou seja ela irá explodir em forma de vapor emitindo som.

• TAN: Expressa a quantidade de hidróxido de potássio necessária para neutralizar um grama de óleo, sendo sua unidade representa em mg KOH/g.

Os procedimentos empregados são através de tituladores de viragem de cor ou titulação eletrométrica.
Esse teste indica a quantidade total de substancias de caráter ácido existente nos óleos minerais.
Os limites de tolerância variam segundo a aplicação.

• TBN: É a massa em miligramas de ácido clorídrico ou perclórico, (expressa em termos equivalente de hidróxido de potássio) necessária para neutralizar todas as substâncias que reagem com o produto presente em um grama de óleo.

Não há limites específicos para o TBN em um óleo usado, mas é bastante adotado, e seguro, como parâmetro, no mínimo a metade do óleo novo.

• ODOR: É um exame bastante subjetivo, uma vez que depende da sensibilidade do analista, porem é um bom indicativo de oxidação, contaminação por combustível, etc.

• COR: Através de comparação do óleo usado, em uma condição padronizada com óleo novo pode se obter indícios de contaminação, produtos de oxidação ou combustão, água, etc.

• PONTO DE FULGOR: É definido como sendo a temperatura na qual o fluido desprende vapores combustíveis.

O método consiste em aquecer o óleo monitorando a temperatura. Uma chama é posta em contato com os vapores desprendidos do óleo até que ocorra um lampejo "flash" , neste momento é lida a temperatura.

O objetivo é detectar a contaminação do óleo original especificado para o sistema, por outro fluido qualquer, pois sendo o ponto de fulgor uma característica intrínseca ao produto, uma vez ele variando estará clara a contaminação.

É um teste largamente utilizado para lubrificantes de motores a combustão interna, pois a queda do ponto de fulgor indica a contaminação do lubrificante pelo combustível.

• FULIGEM: Com padrões de óleo conhecido, diluídos em querosene faz-se a comparação com o óleo em análise diluído na mesma proporção. Para óleos de motores acima de 1,75% é recomendado a troca.

Ela normalmente é oriunda dos produtos da combustão, (resíduos insolúveis de combustível parcialmente queimados) que entram no óleo através do sopro normal do pistão, reduzindo a capacidade de proteger e lubrificar os componentes.

Pode também ser conseqüência de contaminates externos como o silício, partículas de desgaste entre outros.

• CONTAGEM DE PARTÍCULAS: Ensaio realizado para determinar o número de partículas sólidas, por faixas granulométricas, contidas no óleo.Reporta os resultados nas normas NAS 1638 e ISO 4406, sendo a ISO na versão de 3 colunas(2µ , 5µ e 15µ ), com certificação óptica.

ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA

Oferece meios rápidos para determinação dos elementos inorgânicos presentes no óleo lubrificantes usados: metais de desgaste, de contaminação externa e de aditivos.

Este ensaio é limitado a detecção de partículas quanto ao tamanho (max. 2 µ), porém o início do desgaste metálico se dá abaixo desta dimensão.

O processo ganha eficiência quando se tem um número representativo de análises, pois somente assim pode-se observar a evolução do desgaste.

© 2004 São José Ltda.